quarta-feira, 27 de abril de 2016

Alimentos transgênicos: você realmente sabe o que come?

Colégio Adélia Camargo Correa
Monique Ramos nº24 
2CD-A

O que são os Alimentos Transgênicos?
Organismos geneticamente modificados (OGM) são, segundo definição do Ministério da Agricultura, todo e qualquer organismo que teve seu material genético (DNA) modificado por meio de técnicas aplicadas pela engenharia genética, em laboratórios. Dentre os OGM, existe um grupo chamado transgênico, que envolve organismos que contêm um ou mais genes transferidos artificialmente de outra espécie.


A técnica da transgenia tem como objetivo principal selecionar plantas e animais mais resistentes a doenças, pragas, agrotóxicos e mudanças climáticas, e que sejam também mais nutritivos e produtivos. O milho e a soja estão entre os alimentos mais consumidos de origem transgênica. Há ainda o algodão geneticamente modificado, que é amplamente produzido em agriculturas de todo o mundo. O salmão transgênico foi o primeiro produto de origem animal a ser liberado para o consumo humano.



5 TIPOS DE TRANSGÊNICOS QUE CONSUMIMOS SEM SABER

MILHO
Com as variantes transgênicas respondendo por mais de 85% das atuais lavouras do produto no Brasil e nos Estados Unidos, não é de se espantar que a pipoca consumida no cinema, por exemplo, venha de um tipo de milho que recebeu, em laboratório, um gene para torná-lo tolerante a herbicida, ou um gene para deixá-lo resistente a insetos, ou ambos. Dezoito variantes de milho geneticamente modificado foram autorizadas pelo CTNBio, órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia que aprova os pedidos de comercialização de OGMs.
ÓLEO DE COZINHA
Os óleos extraídos de soja, milho e algodão, os três campeões entre as culturas geneticamente modificadas.

SOJA
No mundo todo, o grosso da soja transgênica, vai direto para a alimentação dos animais, o seu subproduto que é o óleo, é o que consumimos e há ainda o leite de soja, tofu e bebidas de frutas, todos possuem proteínas transgênicas, a não ser que tenha vindo de uma soja não transgênica.


ABOBRINHA
Seis variedades de abobrinha resistentes a três tipos de vírus são plantadas e comercializadas nos Estados Unidos e Canada. Ela não é vendida no Brasil ou na Europa.

FEIJÃO
A Empresa Brasileira para Pesquisa Agropecuária (Embrapa), ligada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, conseguiu em 2011 a aprovação na CTNBio para o cultivo comercial de uma variedade de feijão resistente ao vírus do mosaico dourado, tido como o maior inimigo dessa cultura no país e na América do Sul. As sementes devem ser distribuídas aos produtores brasileiros – livre de royalties – em 2014, o que pode ajudar o país a se tornar autossuficiente no setor. É o primeiro produto geneticamente modificado desenvolvido por uma instituição pública brasileira.




Rotulagem, você sabe o que significa?

De acordo com o Decreto Federal 4680/03, o produto deve ser rotulado quando possuir acima de 1% de ingredientes transgênicos em sua composição. 

A norma exige que, acima desse percentual, tanto os produtos embalados quanto os vendidos a granel ou in natura, tragam no rótulo da embalagem ou do recipiente em que estão contidos, em destaque, no painel principal e juntamente com um símbolo, algumas expressões padronizadas para informar a sua origem e co
composição transgênica. 

Há uma exceção para o Estado de São Paulo. Em 1999 foi aprovada uma lei que exige que todos os alimentos que contiverem transgênicos, independentemente da quantidade, tragam a informação obrigatória no rótulo: “alimento geneticamente modificado” ou “contém, na composição, alimento geneticamente modificado”, conforme o caso. Recentemente, a Vigilância Sanitária Estadual, com base nessa lei, interditou 11 produtos.


FONTES DE PESQUISA
http://bioretro.eco.br/alimentos-transgenicos/
http://gondolasegura.com.br/portal/blog/controle-social/39-lista-de-alimentos-transgenicos-deve-ser-conhecida-por-todos
http://www.ecycle.com.br/component/content/article/62/2384-organismos-transgenicos-o-que-sao-dna-geneticamente-modificados-ogm-milho-soja-algodao-biosseguranca-monsanto-greepeace-idec-consequencias-saudeo-humana-alergia-cancer-biodiversidade-superpragas-trangenia-agrossistemas-como-evitar-alternativas-organicos.html

Data  de Acesso 22 de abril de 2016.

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